HISTÓRIAS DE SUCESSO

Foto Michelle  Haddad

Michelle Haddad

Conheça um Graduado
Brasília - Brasil

Desistir? Jamais!

Desde cedo sempre precisei trabalhar, não nasci em berço de ouro, e filha de pais separados precisei sempre ajudar minha mãe em casa.

Na época em que "teoricamente" eu deveria ter prestado vestibular e entrado na faculdade, por motivo de saúde da minha mãe, precisei dobrar minha carga horária para ajudar no tratamento dela e, por isso, adiei meu sonho de me formar.

Logo depois, conheci meu marido, na época namorado, mas foi amor daqueles de não ter como fugir: apaixonamo-nos e ficamos noivos. Mas ele por ser militar, ele foi transferido para outro estado e acabei adiando novamente meus estudos para ir embora com ele.  

Neste caso eu trabalhava para ajudá-lo, pois queríamos casar e precisávamos de grana pra isso. Mas eu sempre pensava nos meus estudos. Fui adquirindo muita experiência profissional, mas faltava o "algo mais" que só uma formação me daria. Cheguei a me matricular num cursinho, trabalhava durante o dia e estudava à noite. Mas tivemos muitas dificuldades financeiras, e acabei adiando novamente.

Ouvi, por diversas vezes, pessoas dizerem que eu não precisava estudar, afinal meu marido tinha estabilidade, era militar de carreira. Mas eu não queria ter como profissão ser "esposa de militar". Tinha meus sonhos pessoais e minha necessidade de buscar minhas realizações. Enquanto muitas "esposas por profissão" me falavam para desistir, eu dizia: Desistir? EU? Jamais!

Realmente a carreira dele nos proporcionava certo conforto e eu poderia sim me acomodar, mas nunca sequer cogitei isso. Mesmo porque os filhos vieram cedo (3) e tínhamos que dar um jeito de sustentá-los, e um militar em início de carreira não ganha tão bem como as pessoas pensam.

Em 2001 eu finalmente consegui prestar vestibular. Morávamos no Rio de Janeiro e prestei, pela primeira vez, para Administração na Universidade Castelo Branco. Nem achei que passaria, pois estava já há muito tempo parada nos estudos, mas consegui passar.

Porém fomos transferidos novamente, dessa vez para uma cidade do Sul do Pará e, por mais incrível que pareça não tinha meu curso lá e tive que trancar. Não havia nem curso semelhante. Absurdo, mas é verdade!

Foi então que, em 2002, chegou a AIEC na minha cidade. 

Fiquei meio desconfiada dessa coisa de "faculdade à distância". Mas resolvi acreditar e ir em busca do meu sonho. Prestei vestibular na AIEC e passei para iniciar no primeiro semestre de 2002. E na AIEC conheci muitos empresários da cidade, e um deles acabou me contratando para trabalhar em seu supermercado. Foi através da AIEC que consegui meu primeiro emprego naquela região.

Estudei por 2 anos, porém, por razões financeiras precisei abandonar o curso. Fiquei arrasada, mas foi o jeito e em 2004 abandonei a faculdade...de novo, meu sonho fora adiado.

Muitas coisas aconteceram, muito tempo passou e acabei vindo morar em Brasília em 2009. Embora eu soubesse que havia cursos tecnológicos, com formação mais rápida, meu sonho era ser bacharel e, sinceramente, não achava que um curso de tão pouco tempo poderia aprofundar meus conhecimentos, tive medo de sair sem toda a bagagem necessária pra enfrentar o mercado. Cheguei a procurar no DF, algumas opções mas fiquei bastante receosa, pois era nova na cidade, o que também dificultava as coisas.

Como eu sabia que a AIEC era de Brasília, resolvi ir lá, em 2010, com a cara e a coragem, saber se eu poderia retomar meus estudos que haviam sido abandonados há 5 ou 6 anos. E, pra minha alegria, a Faculdade me aceitou e pude continuar meus estudos de onde tinha parado.

Atualmente estou no 7º período e me formo em 2012, exatamente 10 anos depois de ter começado na AIEC. Nem sei explicar o quanto esse diploma significa para mim, pois foram anos difíceis e de muita luta pra ter chegado até aqui.

A Faculdade AIEC com certeza faz parte da minha história em muitos momentos importantes da minha vida, nela fiz bons amigos, entre tutores e alunos. Meu tutor do Pará, por exemplo, até hoje nos falamos, virou amigo de verdade. Os empresários que conheci lá no Pará também se tornaram mais que patrões, mas amigos.

E agora, com o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC)  descobri um talento que até então nem imaginava que possuo. Descobri uma área muito interessante, com a qual me identifiquei e percebi que tenho potencial para trabalhar nela.Se não fosse pelo TCC, eu não teria descoberto esse meu potencial e muito menos percebido o quanto gosto de dar consultoria e trabalhar com estratégia.

Enfim, vejo que muito mais do que  me proporcionar crescimento técnico e profissional, a AIEC, acima de tudo, me proporcionou crescimento pessoal e emocional.

Hoje, a empresa onde estamos dando consultoria através do TCC tem demonstrado interesse no meu perfil profissional e, inclusive, solicitou prestação de meus serviços. Estamos em fase de "namoro", mas com tudo para dar um bom casamento.

Não seria incrível? Na minha entrada na AIEC, ela me arruma emprego... e agora, na minha saída... também? (risos)

Só posso concluir que tudo isso estava escrito nas estrelas e que tinha que ser com a AIEC mesmo.

Obrigada a todos por tudo! 

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